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	<title>Caminhos de um Buscador High Tech &#187; morte</title>
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	<description>Não, não sou o Google. Sou um Buscador da Verdade. Qual? aquela que te encontra...</description>
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		<title>O Falso refúgio&#8230; e o verdadeiro.</title>
		<link>http://www.alexandrecosta.org/2009/06/30/o-falso-refugio-e-o-verdadeiro/</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 03:51:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Costa e Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogue]]></category>
		<category><![CDATA[morte]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[sufismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Inexorável Solidão que acomete as almas
A meio caminho entre de onde e para onde
Cá onde o homem se engana e esconde
Buscando refúgio sempre em águas calmas
Mas, ai! Sempre lhe alcança tormenta
Testando-lhe cada tábua da barcaça
E inda que aos olhos venha a ser carcaça
Oculto no peito sopro há que o alenta.
Esperneia chorando como veio ao mundo
Quando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Inexorável Solidão que acomete as almas<br />
A meio caminho entre de onde e para onde<br />
Cá onde o homem se engana e esconde<br />
Buscando refúgio sempre em águas calmas</p>
<p>Mas, ai! Sempre lhe alcança tormenta<br />
Testando-lhe cada tábua da barcaça<br />
E inda que aos olhos venha a ser carcaça<br />
Oculto no peito sopro há que o alenta.</p>
<p>Esperneia chorando como veio ao mundo<br />
Quando o momento de deixá-lo se apresenta<br />
A não ser que &#8212; por um breve segundo &#8211;</p>
<p>Tenha visto, através da tormenta,<br />
E Desde o Silente mar profundo<br />
A suave mão que lhe sustenta!</p>
]]></content:encoded>
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